
Há uma doença virulenta, altamente contagiosa que já contaminou praticamente todas as denominações evangélicas. É um vírus, extremamente, perigoso, criado "geneticamente" no inferno para infectar a Igrejas verdadeira de Jesus (Ap. 12: 17, 1 Jo 2:4), com mácula das heresias. Deus já o identificou no seu laboratório (A Bíblia) como apostasia. Seus efeitos são devastadores para adoração cristã, enfraquece a fé e cauteriza o frágil sistema de defesa dos novos convertidos, criando uma geração de adoradores que adoram a si mesmo através do entretenimento.
É importante notar que a marca do "cristão" infectado com o "vírus maligno da apostasia" é ser facilmente "levado para todos os lados", buscando alguma doutrina nova, diferente, e espetacular. Seus ouvidos estão sempre comichando para ouvir algo "novo", e sensacional, algo que o entretenha, algo agradável à carne. Contudo, a Bíblia adverte: "Não vos deixeis levar por doutrinas várias e estranhas..." (Hb 13.9). Não se deixe conduzir de lá para cá, de um lado para o outro, "... porque bom é que o coração se fortifique com a graça" (Hb 13.9).
Mas a prática da “sopro santo” já está ocorrendo em muitas igrejas. Curiosamente, alguns “ministradores” de tal prática, como este eu já presenciei. Os animadores de púlpitos, seguram as pessoas com uma das mãos na testa e a outra na parte inferior das costas, depois sopram, a queda inevitável. Ora, se a pessoa cai de poder, por que forçar a sua queda? E sempre há obreiros para ampará-las...





